Há varios tipos de consumidores, dependendo do que consomem, quantidade e a força de vontade em adquirir itens, necessários ou não.
Segundo as autoras os consumidores adolescentes se classificam em: compulsivos; exibidos; sofredores; indecisos; gulosos; duros; alienados; internautas e muito ligados em grifes.
Mercadorias de Grifes:
Consumir objetos de grifes que, normalmente, tem o valor mais elevado do que os produtos que são de marcas comuns, é uma relação para mostrar status. Muitas vezes o adolescente consome roupas e calçados de uma mesma grife para mostrarem-se que fazem parte de um mesmo grupo com uma capacidade de aquisição mais elevada comparando-se aos que não possuem oportunidade econômica para adquirir tais produtos.
Isto mostra que estes adolescentes necessitam de uma orientação familiar adequada, do ponto de vista que sejam instruídos para organizarem-se economicamente, pois os produtos de grife, por serem mais caros, poderiam ser trocados por outros de boa qualidade, mas com status reduzido, o que facilitaria a compra de outros itens necessários que estão dentro do orçamento mensal da família.
O adolescente e a mídia:
A força de consumo do adolescente é um canal muito bem explorado pela mídia através de todo os tipos de propaganda, veiculando a idéia que eles devam ter determinadas necessidades.
Em um mundo onde todos os produtos são muitos semelhantes (os carros são parecidos, os telefones celulares são parecidos, os casacos são parecidos, os tênis são parecidos), é justamente a "marca" que vai imprimir o diferencial.
Essa idéia de ser diferente é própria do adolescente, e é ela que vai determinar o grau de necessidade de consumir.
Quando não se consegue consumir:
Vetores apontam para as consequências da ansiedade não-satisfeita, como a violência ou as drogas, por exemplo.
Consumismo do que se julga "belo":
Os jovens estão muito preocupados com a sua aparência física levando ao consumo excessivo de produtos estéticos e cirurgias reparadoras. Dados revelam que o adolescente brasileiro consome mais cirurgias plásticas do que os americanos na mesma faixa etária. Esta busca incessante pela beleza é causada pela influência da mídia que mostra padrões estéticos cada vez mais impossíveis de serem alcançados naturalmente, o que leva a um apelo artificial, financeiramente caro e muitas vezes prejudicial a saúde.
Modelos supermagras e com formas impecáveis são os padrões mais visados pelas adolescentes atuais, mostradas em capas de revistas, nas passarelas, televisão e em matérias de destaque nos jornais de maior circulação.
O consumo de produtos que favorecem a beleza também está ocupando um lugar de destaque entre os adolescentes. Manter a aparência bela e fazer correções com cosméticos e maquiagens se faz necessário, pelo fato de estarem numa cultura em que as pessoas com boa apresentação, mais bonitas e mais cuidadas garantes as melhores oportunidades se estiverem em uma competição.
O mundo está cada vez mais competitivo e quem consegue as melhores vagas no mercado de trabalho são aqueles que tiverem a melhor aparência física.
Responsabilidade dos pais:
Os pais também são responsáveis por seus filhos se tornarem consumistas, pois educam seus filhos para a disputa do "mais preparado".
Fatores que levam ao consumismo:
Conforme leitura no blog relata-se que não é possível existir uma juventude fútil e consumista sem a ação de três fatores de nosso tempo, que são: o sistema de produção capitalista e sua livre concorrência selvagem, a perpetuação dos valores da aparência divulgadas com imagens veiculadas em aparelhos midiáticos e a falta de formação educacional (intelectual, crítica) dos pais, que confundem relacionamento afetivo e moral com a satisfação efêmera de um presente, em uma perfeita relação de troca mercadológica dentro do seio familiar.
A origem do consumismo muitas vezes se dá na infância. As crianças choram para adquirir produtos, coisas, brinquedos que querem. Muitas vezes os pais que trabalham fora o dia todo tentam suprir a sua ausência dando presentes.
Se por um lado temos os pais que agem de maneira despretenciosa e sem um grau de consciência aprofundado sobre o tema do consumo, por outro lado temos uma indústria da publicidade que torna-se cada vez mais ofensiva na questão de criação de mecanismos de persuasão dos jovens ao ato de comprar compulsivamente.
O texto acima foi construído a partir de trechos do Ambiente Virtual de Aprendizagem - Pbwork, de título Adolescente X Consumismo: Análises de Pesquisas.
Fábricas de Verdades:
Esse é um dos episódio de uma série, de um documentário, com reflexões profundas sobre a violência, seus contextos e formas de representação na história do Brasil.
A série combina densidade de reflexão com uma linguagem dinâmica e acessível.
Grandes pensadores brasileiros, doutores em filosofia, psicologia, economia, história e sociologia, como Eduardo Gianneti, Olgária Mattos, Laura de Mello e Souza e Contardo Calligaris, ao lado de grandes protagonistas políticos, como Lula, Fernando Henrique Cardoso, Marina Silva e Soninha, e livres-pensadores egressos dos movimentos sociais, como Ferrez, Júnior do AfroReggae, João Pedro Stédile e Esmeralda Ortiz, analisam a realidade brasileira em pé de igualdade.
A história do país é revista, com um olhar crítico e ousado.
Com um ritmo dinâmico e trechos de animação, os episódios procuram levar audiências intelectualizadas e jovens sem grande formação intelectual, do mesmo modo, à reflexão.
A série tem codireção de Luiz Bolognesi e Daniel Sampaio.
Valeu cara! Ajudou muito pra uma pesquisa para um trabalho da escola pra entregar hoje! Brigadão cara!
ResponderExcluirMuito boom
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